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Consumo consciente, o mundo pede empatia

Estamos em 2020, há mais 100 dias em afastamento social, uma quarentena forçada pra fugir de um vírus mortal.

É tudo muito novo e mudanças que estavam acontecendo viram realidade pra muitos que achavam que era coisa do futuro. Pensar consumo consciente, trabalhar de forma remota, estudo EAD, e-commerce, ações colaborativas, empatia, questionar qualidade em vez de quantidade, novas necessidades e adaptações, tudo isso que antes era escolha, agora faz parte da realidade presente.

Pensar consumo consciente também é comprar menos e fazer durar. De um lado a indústria transforma tudo em consumismo desmedido, mas por outro, cada vez mais surgem novos modelos de vestir e de se comportar pensados para sustentabilidade. Acho a moda sem gênero incrível! É sustentável de certa forma, é cool, tem personalidade e aguça a criatividade. Outra maneira é o conceito de que você não precisa ter para consumir, como é o caso do guarda roupa compartilhado, aluguel, trocas, moda emprestada ou lojas em que você leva pra casa, experimenta usar e só paga se gostar. Os brechós estão crescendo cada vez mais e não posso deixar de mencionar o minimalismo onde a palavra chave é: Menos é mais.

Quero te provocar a pensar no hoje. Será que o supérfluo ainda faz sentido?
Pensar em consumo consciente também tem relação com as nossas próprias escolhas, a forma como damos atenção ao que faz sentidos pra nós e dessa forma evitamos itens supérfluos que só causa perda de tempo e dinheiro e ainda ocupam espaço. Expandir a noção de estilo, entender o seu universo visual, consumir o que tem a ver com seu estilo pessoal e seu estilo de vida, seguir os próprios instintos, mas com personalidade, dar vida ao que já tem no armário, fazer escolhas com sabedoria, mudar hábitos e rever os próprios valores trabalhando o autoconhecimento pra comprar menos e melhor, torna a vida muito mais leve.

Com a consciência de que a maneira como você se coloca no mundo é muito importante como poder de comunicação você se torna capaz de entender melhor a si mesmo, e quando isso acontece fica muito mais fácil compreender o outro. O mundo pede empatia.

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